Pará tem 7 das 10 áreas protegidas mais pressionadas por desmatamento na Amazônia em 2025, aponta Imazon
Pará tem 7 das 10 áreas protegidas mais pressionadas por desmatamento na Amazônia em 2025, aponta Imazon
📰 Fonte: Geral – g1.globo.com
Desmatamento na Amazônia já causa 75% da redução de chuvas, aponta estudo
O Pará concentrou sete das dez áreas protegidas mais pressionadas pelo desmatamento na Amazônia em 2025, segundo relatório do Imazon.
As unidades no Pará incluem três estaduais, duas áreas federais e duas terras indígenas. São elas, respectivamente:
- APA Triunfo do Xingu em 2º;
- APA do Lago de Tucuruí em 6º;
- APA Arquipélago do Marajó em 8º;
- Resex Verde para Sempre em 9º;
- APA do Tapajós em 10º;
- TI Cachoeira Seca do Iriri em 5º;
- TI Andirá-Marau, compartilhada com AM, em 3º.
- APA Triunfo do Xingu em 2º;
- APA do Lago de Tucuruí em 6º;
- APA Arquipélago do Marajó em 8º;
- Resex Verde para Sempre em 9º;
- APA do Tapajós em 10º;
- TI Cachoeira Seca do Iriri em 5º;
- TI Andirá-Marau, compartilhada com AM, em 3º.
- Resex Chico Mendes (AC)
- APA Triunfo do Xingu (PA)
- TI Andirá-Marau (AM/PA)
- Resex Alto Juruá (AC)
- TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
- APA do Lago de Tucuruí (PA)
- TI Vale do Javari (AM)
- APA Arquipélago do Marajó (PA)
- Resex Verde para Sempre (PA)
- APA do Tapajós (PA)
- Resex Chico Mendes (AC)
- APA Triunfo do Xingu (PA)
- TI Andirá-Marau (AM/PA)
- Resex Alto Juruá (AC)
- TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
- APA do Lago de Tucuruí (PA)
- TI Vale do Javari (AM)
- APA Arquipélago do Marajó (PA)
- Resex Verde para Sempre (PA)
- APA do Tapajós (PA)
De acordo com o pesquisador da ONG, Carlos Souza Jr., “a recorrência evidencia a urgência de integrar esforços institucionais e garantir que as comunidades estejam no centro das estratégias de proteção”.
“A gestão compartilhada e a atuação coordenada são fundamentais para conter o avanço da perda”, afirmou.
“A gestão compartilhada e a atuação coordenada são fundamentais para conter o avanço da perda”, afirmou.
O g1 solicitou posicionamento dos órgãos ambientais competentes, mas ainda aguardava resposta até a última atualização da reportagem.
Área de garimpo na APA Triunfo do Xingu em 2020, no Pará. — Foto: Reprodução / Semas-PA
De acordo com o Imazon, a análise considera tanto o desmatamento registrado no interior das áreas protegidas, classificado como “pressão”, quanto as ocorrências no entorno, identificadas como “ameaça”. A abordagem identifica não apenas onde a floresta já está sob maior impacto, mas também onde há maior risco de novos danos.
A ONG também aponta que o Pará se destaca entre as áreas mais ameaçadas, ou seja, aquelas com destruição no entorno, com cinco locais, total ou parcialmente, no estado.
“Sem ações estruturadas e coordenadas, a tendência é de agravamento do quadro, com a ameaça se tornando pressão e comprometendo a integridade do meio ambiente e os direitos e modos de vida tradicionais”, observa a pesquisadora do Imazon Bianca Santos.
“Sem ações estruturadas e coordenadas, a tendência é de agravamento do quadro, com a ameaça se tornando pressão e comprometendo a integridade do meio ambiente e os direitos e modos de vida tradicionais”, observa a pesquisadora do Imazon Bianca Santos.
- Resex Chico Mendes (AC)
- Parna Mapinguari (AM/RO)
- APA do Lago de Tucuruí(PA)
- TI Trincheira/Bacajá(PA)
- Parna da Serra do Divisor (AC)
- Flona do Tapajós (PA)
- TI Arara (PA)
- Flona de Saracá-Taquera (PA)
- Resex do Cazumbá-Iracema (AC)
- TI Kulina do Médio Juruá (AC/AM)
- Resex Chico Mendes (AC)
- Parna Mapinguari (AM/RO)
- APA do Lago de Tucuruí(PA)
- TI Trincheira/Bacajá(PA)
- Parna da Serra do Divisor (AC)
- Flona do Tapajós (PA)
- TI Arara (PA)
- Flona de Saracá-Taquera (PA)
- Resex do Cazumbá-Iracema (AC)
- TI Kulina do Médio Juruá (AC/AM)
As terras indígenas Trincheira/Bacajá e Arara, ambas no Pará, tiveram os maiores níveis de ameaça em 2025, considerando as ocorrências de desmatamento no entorno dos limites.
No caso da TI Trincheira/Bacajá, é o segundo ano consecutivo na liderança do ranking. A TI Arara, que estava em terceiro lugar no período anterior, avançou para a segunda colocação em 2025, evidenciando a intensificação do risco no entorno, segundo o relatório.
- TI Trincheira/Bacajá(PA)
- TI Arara(PA)
- TI Kulina do Médio Juruá (AC/AM)
- TI Uru-Eu-Wau-Wau (RO)
- TI WaiWái (RR)
- TI Parakanã(PA)
- TI Vale do Javari (AM)
- TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
- TI Jacareúba/Katawixi (AM)
- TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)
- TI Trincheira/Bacajá(PA)
- TI Arara(PA)
- TI Kulina do Médio Juruá (AC/AM)
- TI Uru-Eu-Wau-Wau (RO)
- TI WaiWái (RR)
- TI Parakanã(PA)
- TI Vale do Javari (AM)
- TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
- TI Jacareúba/Katawixi (AM)
- TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)
Quanto à pressão, quem teve o pior indicativo foi a TI Andirá-Marau e da TI Cachoeira Seca do Iriri. No recorte, há forte repetição: nove das dez terras indígenas com maiores índices em 2025 já tinham aparecido entre as mais impactadas no período anterior.
- TI Andirá-Marau(AM/PA)
- TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
- TI Vale do Javari (AM)
- TI Mundurucu (PA)
- TI Waimiri Atroari (AM/RR)
- TI Yanomami (AM/RR)
- TI Kaxuyana-Tunayana (AM/PA)
- TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)
- TI Alto Rio Negro (AM)
- TI Nhamundá-Mapuera (AM/PA)
- TI Andirá-Marau(AM/PA)
- TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
- TI Vale do Javari (AM)
- TI Mundurucu (PA)
- TI Waimiri Atroari (AM/RR)
- TI Yanomami (AM/RR)
- TI Kaxuyana-Tunayana (AM/PA)
- TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)
- TI Alto Rio Negro (AM)
- TI Nhamundá-Mapuera (AM/PA)
📌 Fonte original: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2026/02/23/para-tem-7-d…
🤖 Itaquera News v8.1 – Publicação automática

