Israel faz novos ataques em reduto do Hezbollah, no Líbano

Israel faz novos ataques em reduto do Hezbollah, no Líbano

Resumo
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Israel anunciou na noite de hoje (horário de Brasília; madrugada no horário local) estar atacando infraestruturas do grupo extremista Hezbollah no subúrbio de Dahiya, ao sul de Beirute.
O que aconteceu
Bombardeios atingiram prédios e forçaram moradores a fugirem. A informação é do jornal norte-americano The New York Times. O subúrbio é uma área comercial e residencial densamente povoada na região de Beruite, que é um reduto do grupo militante libanês e pró-Irã.
Ministro de Israel ameaçou transformar Beirute em Gaza. O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, de extrema direita, ameaçou hoje que os bairros do sul de Beirute poderiam sofrer a mesma destruição vista na Faixa de Gaza. “Em breve, Dahiya se assemelhará a Khan Younis”, declarou em mensagem publicada no Telegram.
Ministério da saúde libanês divulgou na noite de hoje que 123 pessoas foram mortas. Outras 683 ficaram feridas nos ataques israelenses ao país.
Sexto dia de ataques

Os ataques dos exércitos dos EUA e de Israel contra o Irã se intensificaram hoje, no sexto dia da guerra. Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana atacou uma base militar norte-americana no Iraque, além de danificar um petroleiro com bandeira americana.
Bombardeios realizados contra o Irã “foram intensos”. “Hoje está pior do que ontem. Não temos para onde ir. É como uma zona de guerra”, reportou um morador de Teerã à agência de notícias Reuters.
Ataques têm se concentrado na capital Teerã e aumenta número de mortos no país. Em menos de uma semana de guerra, os ataques de Israel e EUA já mataram 1.230 iranianos, segundo reportou a Irna, agência oficial de notícias do país. Ontem, os mortos eram 1.045 — a maior parte das vítimas são civis, incluindo dezenas de crianças.
Em meio às investidas israelenses e americanas, o regime iraniano adiou o velório de seu líder supremo, Ali Khamenei, assassinado no primeiro dia da guerra. Adiamento do cortejo fúnebre se deu por temores de um ataque à multidão, disse a Reuters. As cerimônias fúnebres de líderes políticos e religiosos xiitas, especialmente aqueles considerados mártires, são conhecidas por demonstrações públicas de paixão, ressaltou a agência.
EUA planejam provocar uma guerra civil no Irã como forma de derrubar a teocracia que governa o país. A ideia original era gerar revolta popular com a morte de Khamenei, o que não ocorreu. Para evitar um conflito interno, a República Islâmica atacou separatistas.
Ontem, os EUA atingiram um navio de guerra do Irã na costa do Sri Lanka. O ataque deixou pelo menos 87 pessoas mortas e dezenas de feridos. O regime iraniano prometeu se vingar.
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📰 Fonte: UOL Notícias
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Publicado automaticamente pelo Sistema Itaquera News em 05/03/2026 às 23:09















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