EUA afirmam que três soldados americanos foram mortos em operação no Irã
EUA afirmam que três soldados americanos foram mortos em operação no Irã
📰 Fonte: Geral – g1.globo.com
EUA afirmam que três soldados americanos foram mortos em operação no Irã
O Pentágono afirmou, neste domingo (1º), que três militares americanos foram mortos e cinco gravemente feridos na operação contra o Irã.
Segundo a rede de TV NBC, os militares alvejados estavam lotados no Kuwait. O país é um dos principais aliados dos EUA na região e conta com diversas bases militares americanas.
“Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço. As principais operações de combate continuam e nossos esforços de resposta estão em andamento”, publicou a central de comando americana no X.
“Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço. As principais operações de combate continuam e nossos esforços de resposta estão em andamento”, publicou a central de comando americana no X.
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“A situação é instável, portanto, por respeito às famílias, não divulgaremos informações adicionais, incluindo a identidade de nossos guerreiros falecidos, até 24 horas após a notificação dos familiares”.
As forças armadas dos EUA e de Israel promoveram um ataque coordenado ao Irã neste sábado (28), após semanas de escalada de tensão entre os países. Os ataques resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de chefes militares.
Em resposta, o Irã lançou ataques contra Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio. Ainda não se sabe, até a última atualização desta reportagem, quais bases americanas na região foram alvejadas pelo Irã, nem se foram atingidas.
Khamenei e outros líderes militares foram mortos em bombardeios
Khamenei e outros líderes militares foram mortos em bombardeios
Os chefes militares do Irã foram mortos durante bombardeios dos Estados Unidos e de Israel, informou a mídia estatal iraniana neste domingo (1º).
Horas antes, no final da noite de sábado (28), no horário de Brasília, o governo do Irã e a sua mídia estatal confirmaram a morte do aiatolá Ali Khamenei. Khamenei era o líder supremo do país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado mais cedo que o líder supremo do Irã foi morto durante um bombardeio.
Khamenei comandou o país por quase quatro décadas. A morte foi inicialmente confirmada pela agência estatal Fars em seu perfil no Telegram. “O líder supremo da Revolução foi martirizado”, diz a publicação.
O gabinete do governo do Irã, cujo presidente é Masoud Pezeshkian, declarou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral.
“É com profundo pesar e consternação que informamos que, após o ataque brutal do governo criminoso dos Estados Unidos e do regime abjeto sionista, o modelo de fé, luta e resistência, o líder supremo da Revolução Islâmica, sua eminência o grande aiatolá Ali Khamenei, alcançou a grande graça do martírio”, diz nota.
“É com profundo pesar e consternação que informamos que, após o ataque brutal do governo criminoso dos Estados Unidos e do regime abjeto sionista, o modelo de fé, luta e resistência, o líder supremo da Revolução Islâmica, sua eminência o grande aiatolá Ali Khamenei, alcançou a grande graça do martírio”, diz nota.
O texto classifica o episódio como um “crime” e diz que “marcará uma nova página na história do mundo islâmico e do xiismo”. “O sangue puro deste descendente do profeta fluirá como uma fonte impetuosa e erradicará a opressão e o crime americano-sionista. Desta vez, com toda a força e firmeza, e com o apoio da nação islâmica e dos homens livres do mundo, faremos com que os autores e mandantes deste grande crime se arrependam”.
Segundo a agência estatal, Khamenei foi morto em seu local de trabalho na manhã deste sábado.
“Os meios de comunicação ligados ao regime sionista e à reação regional alegaram repetidamente que, por medo de assassinato, o líder da Revolução vivia em um local seguro e escondido. Seu martírio em seu local de trabalho provou, mais uma vez, a falsidade dessas alegações e da guerra psicológica do inimigo”, completa a nota.
A agência também compartilhou o comunicado das Guardas Revolucionárias do Irã, que lamentaram a morte. “O Corpo da Guarda da Revolução Islâmica, as Forças Armadas da República Islâmica e o vasto Basij (milícia popular) continuarão poderosamente o caminho de seu guia para defender o precioso legado deste líder supremo”.
O apresentador da TV estatal iraniana anunciou a morte de Khamenei emocionado.
Em uma rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos, em parceria com Israel. Segundo ele, “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer.
“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.
“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.
Na Truth Social, Trump afirmou que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar “paz no Oriente Médio e no mundo”. Ele disse esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança se unam à população para “devolver grandeza” ao país.
“Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte”, afirmou.
Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou haver indícios de que Khamenei estava morto. Segundo ele, forças israelenses destruíram um complexo usado pelo líder supremo.
📌 Fonte original: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/01/eua-afirma-que…
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