Ofensiva contra Irã lançada por Trump divide movimento MAGA nos Estados Unidos

Ofensiva contra Irã lançada por Trump divide movimento MAGA nos Estados Unidos
Ofensiva contra Irã lançada por Trump divide movimento MAGA nos Estados Unidos

Ofensiva contra Irã lançada por Trump divide movimento MAGA nos Estados Unidos

A decisão do presidente americano Donald Trump de atacar o Irã, ao lado de Israel, continua gerando forte repercussão nos Estados Unidos, especialmente no Congresso. Embora a maioria dos parlamentares republicanos apoie o presidente, alguns integrantes do campo conservador se juntaram aos democratas para pedir a limitação dos poderes de guerra do presidente. Os ataques também estão longe de ser consensuais dentro do movimento “Make America Great Again” (MAGA) e entre a base eleitoral de Trump.

Loubna Anaki, correspondente da RFI em Nova Iorque 

Uma dessas vozes influentes é o ex-apresentador da Fox News Tucker Carlson, que classificou os ataques contra o Irã como “desagradáveis e malignos”, segundo a ABC News. Ele afirma que a decisão pode abalar o movimento político do presidente. 

Vários comentaristas ligados ao movimento do ativista conservador Charlie Kirk, morto em setembro de 2025 – que sempre se opôs a qualquer guerra contra o Irã – , afirmam que a decisão é “decepcionante”. Eles alertam que, se as operações se prolongarem, isso pode provocar insatisfação na base eleitoral republicana. 

A crítica mais dura veio da ex-parlamentar da Geórgia, Marjorie Taylor Greene, que falou em “traição”. Greene é conhecida por suas posições de extrema direita, por apoiar teorias da conspiração como o QAnon e por declarações controversas que marcaram sua passagem pela Câmara dos Representantes. 

“Nós votamos pela América em primeiro lugar, não por novas guerras”, escreveu ela.

Aliada histórica do movimento MAGA, Greene rompeu com Donald Trump após defender a divulgação dos documentos relacionados ao caso Epstein, criticando a forma como o presidente tratou o assunto. 

Durante a campanha, Trump havia prometido ser o “presidente da paz”, pôr fim às intervenções americanas no exterior e abandonar políticas de mudança de regime. Hoje, seus críticos pedem que ele se concentre nas prioridades internas dos americanos, como o custo de vida. 

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📰 Fonte: UOL Notícias

🔗 Link original: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2026/03/01/…

Publicado automaticamente pelo Sistema Itaquera News em 01/03/2026 às 10:38

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