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Sucessão no Rio será tema de reunião entre Flávio e Castro em Brasília nesta terça

  • Secretário estadual de Cidades é o favorito do PL para concorrer ao governo fluminense
  • Encontro entre os dois também discutirá alianças que devem ser firmadas para o pleito

Brasília

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), deve se reunir nesta terça-feira (24) com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), em Brasília, para discutir a sucessão no comando do estado fluminense.

Segundo apurou a Folha, o encontro entre os dois servirá para debater de forma ampla as estratégias do partido para as eleições no Rio, incluindo as alianças que serão firmadas e quem subirá no palanque dos candidatos escolhidos.

O nome favorito do PL no Rio para concorrer ao governo é o secretário estadual de Cidades, Douglas Ruas (PL). Ele é filho de capitão Nelson Ruas, prefeito de São Gonçalo, terceiro maior colégio eleitoral do estado.

A imagem mostra duas pessoas em um palanque. A pessoa à esquerda está vestindo uma camiseta verde com a frase "DEUS, Brasil e Liberdade" e segurando uma câmera. A pessoa à direita está vestindo uma camiseta amarela e parece estar em uma conversa. Ao fundo, é possível ver uma multidão e um ambiente urbano.
Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro durante ato em Copacabana, no Rio

Mauro Pimentel – 3.ago.25/AFP

O atual governador do Rio foi reeleito em 2022 e por isso não poderá ser candidato nas eleições de outubro. Na ocasião, Castro venceu em primeiro turno 58,67% dos votos válidos. Ele superou o então deputado e hoje presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PSB), que ficou em segundo lugar com 27,38%.

Em janeiro, a Folha mostou que a indefinição dos nomes é agravada pela indefinição jurídica vivida na política fluminense. Há temor entre aliados do presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil), sobre os desdobramentos das investigações a partir dos dados do celular do político.

Castro também tem sua situação indefinida em razão do processo em que o Ministério Público Eleitoral pede sua cassação e inelegibilidade em razão do caso das “folhas secretas” de pagamento de fundações do estado. O caso está no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com voto pela condenação do governador proferido pela ministra Isabel Gallotti.

O Rio de Janeiro é um dos principais redutos eleitorais do bolsonarismo. Além disso, trata-se do terceiro maior colégio eleitoral do país, atrás só de São Paulo e de Minas Gerais. São mais de 13 milhões de eleitores fluminenses, segundo dados do TSE da última eleição, em 2024.

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