VÍDEO: Repórter Flávia Cintra abraça bióloga Tatiana Sampaio, pesquisadora que lidera estudos sobre a polilaminina

VÍDEO: Repórter Flávia Cintra abraça bióloga Tatiana Sampaio, pesquisadora que lidera estudos sobre a polilaminina

📅 23/02/2026 12:14
📰 Fonte: Geral – g1.globo.com

Repórter Flávia Cintra abraça bióloga Tatiana Sampaio, pesquisadora que lidera estudos sobre a polilaminina

Durante reportagem especial do Fantástico deste domingo (21), a repórter da Globo Flávia Cintra pediu um abraço à bióloga Tatiana Sampaio, cientista que lidera estudos sobre a polilaminina, a substância que reconecta a medula e traz esperança para pessoas com paraplegia. O momento viralizou nas redes sociais.

Flávia é tetraplégica há mais de 30 anos, desde que sofreu um acidente de carro. Durante a reportagem, ela explicou que a polilaminina só foi testada em pacientes com lesão completa na medula — quando não há mais como os comandos do cérebro passarem por ela.

No caso dela, a lesão é incompleta — quando os estímulos continuam passando pela medula.

“É por isso que eu consigo, por exemplo, sentir meu corpo inteiro e fazer pequenos movimentos. Esse é um dos motivos de a polilaminina não servir para mim, por mais que eu quisesse. Os pesquisadores ainda não conseguem afirmar que eu teria benefícios reais. Ou pior, se eu correria o risco de perder os movimentos que tenho, o que prejudicaria muito minha autonomia”, disse.

“É por isso que eu consigo, por exemplo, sentir meu corpo inteiro e fazer pequenos movimentos. Esse é um dos motivos de a polilaminina não servir para mim, por mais que eu quisesse. Os pesquisadores ainda não conseguem afirmar que eu teria benefícios reais. Ou pior, se eu correria o risco de perder os movimentos que tenho, o que prejudicaria muito minha autonomia”, disse.

Repórter Flávia Cintra abraça bióloga Tatiana Sampaio, pesquisadora que lidera estudos sobre a polilaminina — Foto: Reprodução/Fantástico

A pesquisa começou há quase 30 anos com a bióloga Tatiana Sampaio, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela produziu em laboratório uma rede de proteínas, as “lamininas”. O conjunto delas forma a polilaminina, que recupera os axônios — a parte dos neurônios que serve como ponte para a informação.

“Como que faz para o axônio crescer na vida real? Ele cresce em cima de uma pista de laminina. Quando tem uma lesão, tem pista de laminina? Não. E se a gente der a pista? Ah, ele volta a crescer. Não tem nenhuma genialidade nisso”.

“Como que faz para o axônio crescer na vida real? Ele cresce em cima de uma pista de laminina. Quando tem uma lesão, tem pista de laminina? Não. E se a gente der a pista? Ah, ele volta a crescer. Não tem nenhuma genialidade nisso”.

A substância trouxe de volta movimentos sutis, mas extremamente importantes. Em um estudo acadêmico com oito pacientes com lesão completa, os avanços foram considerados históricos.

Polilaminina: a esperança no centro de uma corrida na Justiça

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📌 Fonte original: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/02/23/video-rep…

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