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México mata “El Mencho”, e cartel responde com onda de ataques violentos

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México mata “El Mencho”, e cartel responde com onda de ataques violentos

O Exército do México, com apoio de inteligência dos Estados Unidos, matou neste domingo Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho“, líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG) e um dos narcotraficantes mais procurados do mundo.

Ele foi baleado durante um confronto em Tapalpa, na região montanhosa do estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido para a Cidade do México, segundo autoridades mexicanas.

Retaliação imediata

Horas após a operação, o CJNG promoveu bloqueios com veículos incendiados em rodovias de ao menos oito estados. Colunas de fumaça foram registradas em Puerto Vallarta, e Guadalajara — uma das cidades-sede da próxima Copa do Mundo — teve vias esvaziadas e comércio fechado.

Companhias como American Airlines e Air Canada cancelaram voos. Representações diplomáticas recomendaram que cidadãos estrangeiros permanecessem em locais seguros.

Pressão externa e coordenação bilateral

A operação ocorre em meio a pressão política de Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, vinha defendendo medidas mais duras contra cartéis mexicanos e chegou a mencionar a possibilidade de ações unilaterais.

Fontes dos dois governos indicam que a captura e morte de Oseguera foi coordenada por uma força-tarefa conjunta sediada no Arizona, criada no fim do ano passado para integrar inteligência militar e policial dos dois países.

O que pode vir a seguir

Especialistas em segurança avaliam que a morte de “El Mencho” não desarticula automaticamente o CJNG. O grupo expandiu sua presença internacional nos últimos anos e opera com comando descentralizado.

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Sem um sucessor incontestável — o filho do líder cumpre prisão perpétua nos EUA —, o cartel pode enfrentar disputas internas. Autoridades americanas já alertaram para possíveis “espasmos de violência” nas próximas semanas.

EUA e Irã retomam diálogo sob ameaça militar

Estados Unidos e Irã devem se reunir em Genebra na quinta-feira para tentar evitar uma escalada militar. O governo Trump pressiona Teerã a abandonar o enriquecimento de urânio, enquanto reforça sua presença militar na região.

Força concentrada

Dois grupos de porta-aviões americanos operam no entorno do Oriente Médio, incluindo o USS Gerald R. Ford. Bombardeiros, caças e sistemas antimísseis foram deslocados. Entre os alvos potenciais discutidos estão instalações nucleares e bases da Guarda Revolucionária, segundo reportagem do The New York Times.

Divergências internas

Apesar da retórica firme da Casa Branca, autoridades ouvidas sob condição de anonimato relatam cautela no alto comando militar. O vice-presidente JD Vance questionou riscos estratégicos de uma ofensiva direta. O general Dan Caine alertou para a complexidade operacional de atingir instalações subterrâneas.

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Propostas de envio de forças especiais ao território iraniano foram consideradas e descartadas.

Proposta de compromisso

O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, sugeriu um modelo intermediário: permitir ao Irã manter um programa mínimo de enriquecimento voltado exclusivamente à produção de isótopos médicos.

Teerã afirma que não abrirá mão de seu “direito” ao combustível nuclear. Washington mantém a exigência pública de “enriquecimento zero”. Diplomatas avaliam que qualquer acordo dependerá da capacidade política de ambos os lados de apresentá-lo como vitória doméstica.

Zelensky acusa Putin de já ter iniciado “Terceira Guerra Mundial”

Em entrevista à BBC, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que Vladimir Putin já iniciou uma guerra de escala global ao invadir seu país.

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A declaração ocorre num momento de tensão com Washington. Desde que reassumiu a presidência, Donald Trump reduziu significativamente o envio de ajuda militar e pressiona Kiev a aceitar cessão de territórios ocupados — incluindo áreas de Donetsk, Kherson e Zaporizhzhia — como condição para um cessar-fogo.

Zelensky rejeita a proposta.

“Fraquejar nossas posições e abandonar centenas de milhares de pessoas que vivem lá dividiria nossa sociedade.”

A relação entre os dois líderes deteriorou-se ao longo do último ano. Trump já classificou Zelensky como “ingrato” e sugeriu que o ucraniano teria responsabilidade pelo conflito — narrativa alinhada à versão russa.

Zelensky respondeu: “Eu não sou um ditador, e não comecei a guerra.”

O impasse

Kiev sustenta que concessões territoriais apenas dariam tempo à Rússia para se rearmar. O governo ucraniano tenta ampliar a produção doméstica de armamentos ocidentais, mas depende de licenças e garantias de segurança formal dos Estados Unidos.

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📰 Fonte: UOL Notícias

🔗 Link original: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2…

Publicado automaticamente pelo Sistema Itaquera News em 23/02/2026 às 03:51

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